notícias »

Embrapa promove 5º Simpósio de Geotecnologias no Pantanal

  • 03/04/2014 16:18

“Interação planalto e planície, sistema produtivo e sustentabilidade” é o tema do 5º Simpósio de Geotecnologias no Pantanal – 5º GeoPantanal, que ocorre em Campo Grande (MS), de 22 a 26 de novembro. O objetivo é promover o encontro entre profissionais da área, pesquisadores, professores e estudantes de nível técnico, graduação e pós-graduação interessados nos estudos sobre o uso de geotecnologias no bioma pantaneiro.

Além de estimular a discussão sobre as pesquisas e o estado da arte em aplicações de geotecnologias ao estudo de áreas úmidas delimitadas pela bacia hidrográfica do alto rio Paraguai, o simpósio busca favorecer contatos nacionais e internacionais para fomento de projetos de pesquisa e/ou cooperação interinstitucional e internacional, complementar a formação oferecida pelos cursos de graduação acadêmica e tecnológica das instituições que atuam no Pantanal e promover a troca de experiências e de conhecimentos.

O evento abre oportunidade para a submissão de trabalhos desenvolvidos em áreas úmidas semelhantes ao Pantanal e também que possam ser aplicados ao bioma. O foco está na região da bacia, incluindo o Brasil, a Bolívia e o Paraguai, mas qualquer pessoa que desenvolva uma tecnologia ou metodologia relacionada ao uso de geotecnologias que possa ser aplicada à região pode submeter artigos.

A expectativa é de que cerca de 300 pessoas participem do 5º GeoPantanal, que já é um fórum tradicional para se discutir o uso das geotecnologias no Pantanal, conforme o pesquisador da Embrapa Informática Agropecuária João Vila, presidente da comissão organizadora. “Esta edição será na capital e isso deve facilitar a vinda de estudantes de Mato Grosso do Sul e do Mato Grosso. Também queremos atrair empresas de diversas áreas como agricultura, mineração e do setor florestal que atuam na região e usam geotecnologias”, afirma.

Há um crescente interesse pelo assunto, verificado pelo aumento de artigos submetidos a cada edição. Por isso, em 2014, a comissão decidiu criar uma categoria especial para os trabalhos elaborados por estudantes. “Com isso a gente espera dar mais acesso aos alunos, para que tenham a oportunidade de produzir textos técnicos e interagir com a comunidade científica”, diz Vila.


Fonte: Assessoria



 

carregando