Técnico diz que testes feitos no Paraná são falhos

Perspectiva de o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) declarar como foco a suspeita de contaminação dos rebanhos de mais três propriedades agrícolas do Paraná pode ser considerada uma solução para o impasse criado naquele estado, mas está distante das normas técnicas convencionais. Essa é a opinião do diretor da Coordenadoria de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura de São Paulo, Lúcio Oliveira Leite, que não considera conclusivos os exames sorológicos realizados nos animais supostamente contaminados.

Leite diz que é elevada a incidência de erro desses testes e não podem ser usadas como referência para qualquer decisão. Não é essa a norma recomendada pela Organização Mundial de Saúde Animal e não é o método aplicado em São Paulo. Para a correta detecção do vírus é preciso realizar o teste líquido esofágico, disse. O teste sorológico é feito como rotina em São Paulo. O mais recente foi aplicado em 2.800 animais.

Fonte: Gazeta Mercantil

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